A partir de agora, se quiser me encontrar, tem que clicar no bracinho aí em cima.
Fui!
Clicando no título você lê a notícia sobre essa bola que pode iluminar lugares aonde a energia elétrica não chegou ainda. Achei genial! Agora tô na torcida para que o projeto vá adiante!
Do Blog “Meu cão não chupa manga”
Qual o sentido da vida? Acho que vou colocar esta pergunta no meu epitáfio…
Enquanto não encontro a resposta, vou compartilhando com essas idéias do Monty Python… (Trecho do filme “O Sentido da Vida” - 1983).
A humanidade está evoluindo ou já é tarde demais?
(atentem para a animação)
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Tive a oportunidade de assistir Mônica Salmaso e Grupo Pau Brasil interpretando músicas de Chico Buarque. Se não me engano, isso foi em 2007. Adoro a voz dela e especialmente esta música: “Quem te viu, quem te vê”. Atenção para o arranjo do Pau Brasil.
Clique no bracinho vermelho aí em cima para ver o poema de Chico Buarque com a animação de Vallandro Keating (que não conheço).
Um triste poema sobre a nossa realidade.
Peça que precisa ser vista e revista e revista e revista e revista… devia ser uma peça permanente no teatro para nós seres humanos impermanentes e em constante mudança. Recomendo!
Pensando em silêncio. Silenciando o pensamento. Pensando no silêncio. Silenciando no pensamento.
“LEMON TREE” (Etz Limon) - O nome do filme não foi traduzido para o português.
Assisti em devedê ontem.
Um filme de força, de fé, de luta. Um filme de “fortes e fracos”.
Um filme feminino.
Mas tem muito mais que isso: nos diálogos, nas atitudes, no silêncio, nas imagens cheias de símbolos, na iluminação e na trilha sonora.
Diria que é um daqueles filmes que devem entrar na lista dos obrigatórios de assistir. Só assistindo para saber do que estou falando… Recomendo!
Se quiser saber um pouquinho mais, vai aqui:
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade