A partir de agora, se quiser me encontrar, tem que clicar no bracinho aí em cima.

Fui!

Clicando no título você lê a notícia sobre essa bola que pode iluminar lugares aonde a energia elétrica não chegou ainda. Achei genial! Agora tô na torcida para que o projeto vá adiante!

Do Blog “Meu cão não chupa manga”

Um achado sobre Paulo Freire!

Qual o sentido da vida? Acho que vou colocar esta pergunta no meu epitáfio…

Enquanto não encontro a resposta, vou compartilhando com essas idéias do Monty Python… (Trecho do filme “O Sentido da Vida” - 1983).

A humanidade está evoluindo ou já é tarde demais?

(atentem para a animação)

Vou correndo contar para a minha mãe!!!

Vou correndo contar para a minha mãe!!!

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Tive a oportunidade de assistir Mônica Salmaso e Grupo Pau Brasil interpretando músicas de Chico Buarque. Se não me engano, isso foi em 2007. Adoro a voz dela e especialmente esta música: “Quem te viu, quem te vê”. Atenção para o arranjo do Pau Brasil.

Tenho cá prá mim que não me tenho cá prá mim…

Clique no bracinho vermelho aí em cima para ver o poema de Chico Buarque com a animação de Vallandro Keating (que não conheço).

Um triste poema sobre a nossa realidade.

Peça que precisa ser vista e revista e revista e revista e revista… devia ser uma peça permanente no teatro para nós seres humanos impermanentes e em constante mudança. Recomendo!

Quantos de nossos esforços são uma oferenda ao nada?
Nilton Bonder em “A alma imoral”.

Reticente

Pensando em silêncio. Silenciando o pensamento. Pensando no silêncio. Silenciando no pensamento.

“LEMON TREE” (Etz Limon) - O nome do filme não foi traduzido para o português.

Assisti em devedê ontem.

Um filme de força, de fé, de luta. Um filme de “fortes e fracos”.

Um filme feminino.

Mas tem muito mais que isso: nos diálogos, nas atitudes, no silêncio, nas imagens cheias de símbolos, na iluminação e na trilha sonora.

Diria que é um daqueles filmes que devem entrar na lista dos obrigatórios de assistir. Só assistindo para saber do que estou falando… Recomendo!

Se quiser saber um pouquinho mais, vai aqui:

http://50anosdefilmes.com.br/2009/lemon-tree/

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Cálice

(ainda que o genial Chico Buarque - junto com Gilberto Gil - tenha composto na época da ditadura e esteja carregada de mensagens subliminares protestando a censura daquele período, esta canção é, para mim, muito atual).

Drummond

José

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Carlos Drummond de Andrade